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RI-LABOR | REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL DO LABORATÓRIO DE INOVAÇOES E TECNOLOGIAS SOCIAIS

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MSA | RI-LABOR

REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL DO LABORATÓRIO DE INOVAÇOES E TECNOLOGIAS SOCIAIS - MSA
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Sobre o curso

17 de Fevereiro de 2021, 13:46 , por Mardel Santos - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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O MSA (Master in Social Administration) em Gestão do Desenvolvimento Territorial com ênfase em Política Habitacional é um projeto de educação continuada que se utiliza da pedagogia digital em convergência com ensino presencial e propõe a elaboração de projetos aplicados ao território. Todo percurso formativo foi desenhado com foco na criação de um ambiente cooperativo de aprendizagem e troca de experiências entre os participantes, seja virtual ou presencialmente.

O MSA em Gestão do Desenvolvimento Territorial teve duração de 20 meses e carga horária total de 459h, distribuídas entre disciplinas obrigatórias, encontros presenciais, trilhas curriculares optativas, Residência Social e Trabalho Aplicativo de Conclusão do Curso (TACC).

A matriz curricular do MSA em Gestão do Desenvolvimento Territorial foi estruturada em 04 sequências de ensino, além da atividade de Residência Social e do Trabalho Aplicativo de Conclusão do Curso. A ilustração a seguir apresenta os Eixos curriculares e sua distribuição na matriz:

 Matrizativo 2

A primeira sequência de ensino, Território como espaço de desenvolvimento e gestão, foi composta pelas disciplinas, Indivíduo e Contemporaneidade (17h), Cultura e Identidade (17h), Política, Governo e Sociedade (17h) Economia e Desenvolvimento Territorial (17h) e Instituições, Interorganizações e Gestão do Desenvolvimento Territorial (17h), culminando com o encontro presencial denominado Oficina 1 - Diálogos, Conexões e Mediações na Gestão Territorial.

A segunda sequência de ensino denominada Gestão Integrada de Territórios foi composta pelos componentes curriculares: Movimentos Sociais e Habitação (17h), Novos Desenhos Urbanos (17h), Política Habitacional: novas urbanidades e ruralidades (17h), Gestão de Empreendimentos Habitacionais (17h). A oficina II, realizada no encontro presencial desse bloco, teve como tema Boas Práticas em Empreendimentos de habitação de Interesse Social.

A terceira sequência de ensino, Estratégias e Instrumentos para o Desenvolvimento Territorial, compreendeu quatro disciplinas: Instrumentos de Gestão do Desenvolvimento Territorial (17h), Estratégias de Integração Socioterritorial (17h), Análise, elaboração e gestão de programas e projetos (17h) e Regulação e controle em projetos de desenvolvimento territorial (17h). No final, assim como as demais sequências, também foi realizado um encontro presencial, denominado Oficina 3 – Tecnologias Sociais e Gestão Prospectiva.

Na sequência quatro foram ofertadas as Trilhas Curriculares que caracterizaram a disponibilização de oito disciplinas ofertadas, dentre as quais o estudante deve escolher três para cursar, com 17 horas cada. O trio de componentes escolhidos possuíram o objetivo pedagógico de contribuir na construção do referencial teórico do TACC. O cardápio de disciplinas ofertadas foi composto por: Cidades Criativas (17h), Cidades Inteligentes (17h),Gestão da segurança cidadã (17h), Gestão de imprevistos, riscos e catástrofes (17h), Comunicação social em territórios (17h),Gestão do conhecimento (17h), Gestão do Trabalho Social e Pós-Ocupação (17h) e Estudo de Impacto de Vizinhança (17h).

As disciplinas Residência Social e Trabalho Aplicativo de Conclusão do Curso (TACC), compuseram o itinerário formativo Pesquisa & Desenvolvimento da especialização em Gestão do Desenvolvimento Territorial com ênfase em Política Habitacional. A Residência Social constituiu-se no campo empírico (campo prático) do TACC e teve por objetivo contribuir para o desenvolvimento de competências técnicas, gerenciais e políticas nos alunos, complementando sua formação com uma vivência prática intensiva. O TACC foi um componente curricular obrigatório e aplicado a contextos de gestão pública e social locais e regionais, articulando-se com a Residência Social, que se constituiu como seu campo empírico.

Ao final do percurso formativo, espera-se ter contribuído na melhoria/ desenvolvimento de algumas competências e habilidades gerais:

  1. Elaborar e gerir projetos de intervenção e mudança em contextos socioterritoriais locais e regionais, incluindo etapas de planejamento e avaliação;
  2. Elaborar diagnóstico, valendo-se do conhecimento, de instrumentos institucionais e tecnológicos e de recursos metodológicos produzidos em diversos campos do saber, integrando-os e articulando-os, de acordo com as características do contexto de intervenção;
  3. Sistematizar práticas de desenvolvimento e gestão pública e social, reconhecendo instrumentos, saberes e tecnologias sociais relacionados;
  4. Atuar de forma empreendedora, criativa e inovadora;
  5. Potencializar espaços de aprendizagem, por meio do engajamento nas oportunidades oferecidas pelo curso e na busca ativa para estabelecer relações com pessoas e organizações envolvidas em práticas relacionadas ao campo da gestão pública e social;
  6. Difundir socialmente os conhecimentos produzidos ao longo do curso.

No que diz respeito as competências e habilidades específicas, destaca-se:

  1. Contextualizar as intervenções produzidas no campo da habitação no espectro mais amplo da cidade, tendo em vista os impactos gerados, tanto na paisagem urbana quanto nas relações sociais;
  2. Compreender o contexto social, econômico, histórico, político e cultural em que se inserem as políticas habitacionais, especialmente o PMCMV; 
  3. Conhecer o contexto histórico e o marco legal das políticas urbana e habitacional;
  4. Analisar criticamente a realidade e elaborar diagnósticos e cenários que possibilitem uma atuação mais efetiva de gestores e técnicos;
  5. Elaborar, implementar e avaliar programas, projetos e ações;
  6. Fortalecer a visão sistêmica dos processos técnicos e de gestão;
  7. Diferenciar tecnologia tradicional de tecnologia social;
  8. Estimular o desenvolvimento de tecnologias sociais, utilizando a inovação e a criatividade para a solução de problemas concretos
  9. Identificar experiências bem-sucedidas em habitação de interesse social;
  10. Conhecer e aplicar estratégias de integração cidadã, cultural e socioprodutiva em territórios de habitação de interesse social;
  11. Observar a Intersetorialidade das políticas públicas e sociais;
  12. Articular redes sociais e outros arranjos interorganizacionais e interinstitucionais para a gestão do desenvolvimento em contextos territoriais diversos;
  13. Estimular a proatividade e o trabalho em equipe entre os quadros funcionais da CAIXA atuantes no campo da habitação.

Para obter o grau de Especialista em Gestão do Desenvolvimento Territorial o estudante teve que ser aprovado em todas as disciplinas do curso, realizado a Residência Social e ser aprovado no TACC.